13.7.14

1º Trilhos Moinhos Saloios


Estava para não participar na prova pois já há quase dois meses que não treinava, no entanto levei o equipamento comigo não fosse à última hora mudar de ideias e foi isso que aconteceu.


Manhã ligeiramente fresca o qual foi aquecendo durante o percurso de cerca de 20 km, com paisagens, trilhos e abastecimentos muito bons que fez com que não me tenha apercebido da falta de treinos.


Com o Amigo Vítor Moreira

Num sobe e desce constante mas com pouco desnível e dificuldade baixa, uma subida ao ponto mais alto, as eólicas, onde um "leão" nos aguardava...


... e no final uma receção de comes e bebes raramente vista.

Seguiu-se a entrega dos prémios...


No pódio com a Analice (2ª classificada) e o Fernando Faria

... e o almoço dentro das instalações do clube.

Um dia em cheio.

Tempo chip: 2:50:36
Geral: 197 entre 225 que terminaram a prova
Escalão M/60: 10º

1.6.14

13ª Corrida do Mirante

Participei como nos anos anteriores nesta magnífica prova, desta vez na distância de 15 km. Mais uma festa de bem receber e de um reencontro com amigos.

16.3.14

24ª Meia Maratona de Lisboa

Não tendo grande vontade mas para aliviar um pouco a carga emocional, participei nesta prova que fiz pela 1ª vez, na sua 2ª edição em 1992.

Muitas vezes passei a ponte a correr mas, devido à grande afluência de pessoas e à confusão que surge à partida, fui-me afastando um pouco deste evento.

Levantado o dorsal no sábado, no domingo deixei o carro em Sete-Rios e fui de comboio juntamente com os companheiros de trabalho e de corrida Fernando Faria e André Tavares.

Foi rápido o trajeto e ei-nos, depois de uma pequena confusão para revista no viaduto o que não evitou haver mulheres de bigode e falsos dorsais, na área reservada aos que iam correr a meia-maratona. Mais tarde já haviam passeantes, caminhantes e carrinhos com bifanas juntos a nós, o habitual.

Partida dada. O Fernando e André afastaram-se rapidamente e encontro ainda na ponte nem mais nem menos o Filipe Fidalgo um amigo recente mas já com provas feitas a seu lado e vamos os dois, encontrando pelo caminho os amigos Fábio e o casal Luis Parro e Fernanda. Perto do retorno no Cais do Sodré, digo ao Filipe para seguir pois a minha falta de treinos não dava para ir num ritmo mais alto e assim não ia impedi-lo de fazer uma prova mais consentânea com a sua valia.

Foto: Luis Parro

Feito o retorno dou de caras com um outro atleta também conhecido recente nos trilhos, o Teodoro. Vamos longos km os dois conversando sobre as provas de trilhos e junto aos Jerónimos em direção a Algés onde seria feito o retorno para a meta, digo para seguir pois estava mais rápido que eu. Fiz o resto da prova sozinho, sem pressas...


... e acabei bem!


Tempo chip: 1:57:26
Geral: 3972 entre 9385 que terminaram a prova
Escalão M/60: 104 entre 287



23.2.14

V Trail de Conímbriga Terras de Sicó

Ia participar pela 5ª vez nesta prova. O ano passado por motivos de saúde fiz a prova mais curta, mas este ano decidi-me fazer os 50km.

Com horários de serviço que coincidiram com a prova o descanso não era muito mas, na hora aprazada, lá estava eu pronto para a aventura.

Foto: Joaquim Adelino

Foram muitos quilómetros em trio, eu, Fernando Paiva e filha. Depois de Conímbriga e atravessada a ponte romana sobre o rio dos Mouros, já não fomos diretamente em direção à Aldeia do Poço. Novo trilho que o aumento da quilometragem assim o obrigou. 10km depois voltamos ao trilho já meu conhecido com algumas variantes. Tinha chovido bastante durante semanas, havia muita lama e as pedras estavam escorregadias o que tornava o percurso difícil e penoso.

O Paiva foi ficando para trás e a filha adiantou-se. Ia sozinho e perto dos 21km bato numa pedra em terreno sem dificuldade mas pedregoso caio tendo provocado uma ferida profunda no polegar da mão esquerda o que levava a máquina fotográfica, escoriações numa perna e uma micro-rutura na perna esquerda. Nas ruínas romanas do Rabaçal fui assistido pelos bombeiros e depois de um spray na coxa decidi continuar. Subo às eólicas aos 29 km com abastecimento, onde decido ficar por ali.


A filha do Paiva aguardava pelo pai que já vinha em dificuldade. Peço ao amigo Tomé para colocar mais um pouco de spray e continuo dizendo que ia devagar para que o Paiva me pudesse apanhar para continuarmos os três.

Fui correndo e olhando para trás e nada do Paiva e filha. A poucos km's encontro a Analice e vou com ela...


Mais subidas e descidas e eis as "Buracas de Casmilo"...


A partir daqui o terreno tornou-se perigoso com muita lama e em declive. Um passo em falso e lá íamos pela vereda abaixo. Vou ajudando a Analice a ultrapassar os obstáculos e chegámos à Aldeia de Casmilo que estava em festa. Estavam eles mas eu estava completamente esgotado e foi ali aos 40km a 10 do fim que desisti.

Fui transportado para Condeixa e recebi tratamento na tenda dos bombeiros à rutura tendo entrado em hipotermia. Depois de um banho bem quente fiquei restabelecido e os 50km ficam para o ano.

Aqui, já refeito, com Telmo Pinto

Foto: João Martins