9.8.16

Eram 3 horas da manhã...

... e ainda as cigarras cantavam.

Nem de noite se pode treinar.

Esta maratona em outubro vai ser bem dura vai. E se estiver calor nem sei se acabarei. Eu e o calor não se dão.

5.6.16

IV Ultra Trail de Sesimbra

Na manhã de hoje, em Sesimbra, com muitos atletas em variadas quilometragens, e organizado pela Associação Desportiva O Mundo da Corrida participei pela primeira vez como "vassoura", na prova dos 21 km. Sempre em "último", cabia-me a função de acompanhar o último participante.

Sendo por trilhos, e em plena Arrábida, o cenário era deslumbrante e com muitas subidas e descidas lá cumpri a minha missão.

Desde junho do ano passado que não participava em provas de trail e, embora em função diferente, foi bom voltar ao contacto com a natureza.

20.5.16

O leão e a gazela

Provérbio Africano

Toda manhã na África, a gazela acorda. Ela sabe que precisa correr mais rápido que o mais rápido dos leões para sobreviver. Toda manhã um leão acorda. Ele sabe que precisa correr mais rápido que a mais lenta das gazelas senão morrerá de fome.

Não importa se você é um leão ou uma gazela. Quando o sol nascer, comece a correr.




1.5.16

Corrida Internacional 1º Maio

Como acontece todos os anos, hoje voltei a correr em Lisboa na Corrida Internacional 1º Maio organizada pela CGTP.
O encontro com amigos, o voltar a correr na cidade, o cansaço na subida da Almirante Reis e acabar em beleza no Estádio do Inatel de onde tinha começado a prova.

Pena é que não tivesse havido o som de outros anos, nem Zeca, nem Sérgio, nem os Gaiteiros. Nada. Silêncio absoluto quanto a música mas a algazarra natural dos olás, dos abraços, das conversas, dos Pingo-Doces que continuam a provocar a unidade e a razão da existência do 1º de maio.

E há quem vá e há quem os apoie.

Uma prova que continua a motivar a nossa ida, não tivesse ela uma razão de ser.

Depois na vinda ao levar a Analice a casa, deparo-me com o trânsito interrompido na zona do Olival de Basto, razão, a Comunidade Sikh devia estar a comemorar algo. Muito colorido, muita gente, carros bonitos, mas eu com pressa. Nada que não se resolva. Uma marcha-atrás, e há sempre um caminho desconhecido que espera por nós. A pressa era muita pois ainda tinha que ir para a outra banda, onde, por azar, outra fila tremenda para atravessar a ponte 25 de abril.

Deu para contar e fotografar com o meu neto, os aviões que iam passando por cima do Aqueduto das Águas-Livres.