... e rodopiar no salão ao som da música que nos aquece o corpo e nos desperta os sentidos. Deixa-me enlaçar a tua cintura, deixar o corpo em leve movimento na insustentável leveza do teu ser, encostar o teu peito ao meu, sentir o cheiro dos teus cabelos, o calor da tua nuca, e o sabor dos teus lábios.
Vamos, em passos sincronizados, deslizar pelo tablado dos sonhos, como se mais ninguém existisse, como se o mundo se resumisse só a nós dois.
Deixa-te levar pela melodia, as minhas mãos deslizarem pelo teu corpo e abandona-te como se não houvesse um amanhã, como se a vida fosse um passo, uma cadência rítmica e, o êxtase da nossa existência, um momento.
Baila comigo e, com os nossos corpos em simbiose, sair pela janela aberta, dançar no espaço sem fim em movimento uno e perpétuo num singular desejo de estamos juntos para todo o sempre!...
... Dança comigo um Bolero!
Vamos, em passos sincronizados, deslizar pelo tablado dos sonhos, como se mais ninguém existisse, como se o mundo se resumisse só a nós dois.
Deixa-te levar pela melodia, as minhas mãos deslizarem pelo teu corpo e abandona-te como se não houvesse um amanhã, como se a vida fosse um passo, uma cadência rítmica e, o êxtase da nossa existência, um momento.
Baila comigo e, com os nossos corpos em simbiose, sair pela janela aberta, dançar no espaço sem fim em movimento uno e perpétuo num singular desejo de estamos juntos para todo o sempre!...
... Dança comigo um Bolero!
2 comentários:
Grande Mário,
Está inspirado, exemplar post.
Ate Almeirim para confraternizar e saborear bela sopa da pedra.
Grande abraço
Vítor
Companheiro
belo post, parabéns.
Quanto ao que o Adelino comentou lá nas "palavras" acerca de ti assino por baixo.
Abraço da família Almeida.
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