Na fila para levantar o dorsal
Nesta 1ª Corrida do Aeroporto, organizada pela Clube ANA de Lisboa, dois reparos, o funil de partida era demasiado estreito para tanto corredor, e façam o favor de fazerem uma partida diferenciada para quem vai correr 10 km e para quem vai caminhar.
É que continuo sem perceber por que razão que quem vai andar, se mete à frente de quem vai correr!!! Deve ser algum problema mental, só pode! Ficam de imediato ali à frente e é tipo daqui não saio daqui ninguém me tira. Resultado, como a passagem era estreita e para não me lançar por cima de quem vai andar, tive que ir a passo de caracol até passar a partida e depois tive que ir com muito cuidado para não pisar os calos de ninguém, assim do local onde estava até à partida foram mais de 30’’ e depois o 1º km foi num tempo que nem em treinos faço.
Entre os caminhantes, nem eu quase me consigo ver, mas estou ali de chapéu azul
Sei que o importante é participar, mas também não custa nada fazer com que os que vão caminhar partem pouco tempo depois da prova principal.
Sobre a prova, há que realçar o percurso, com sobes e desces mas faz-se bem, passando por locais por mim desconhecidos como a Pista Municipal de Atletismo Moniz Pereira (onde vi o amigo José Lopes), pelo "Parque das Conchas" que quando o conheci não era nada daquilo que ali se vê. Tive como cicerones a amiga Umbelina Nunes e o amigo Tiago da "Casa do Pessoal da RTP" que me foram dando conta daquele pulmão verdejante e até com uma certa graça me diziam que o Parque tinha uma piscina onde podia tomar banho com patos à mistura. Ali vi o amigo Zamora, que com outros companheiros (Umbelina e Tiago incluídos) fazem desse espaço o seu local de treinos e, assim, entre cumprimentos e saudações lá passamos este recanto magnífico.
A minha prestação nesta prova foi entre a lebre e a tartaruga. Comecei bem e acabei mal. Uma noite mal dormida devido a problemas respiratórios, já que na Sexta, contrariando as dicas que dou aos outros, tipo «Olha para o que eu digo e não para o que eu faço», ter feito o que não devia, mergulhei na Costa, depois do treino, sem tomar as devidas precauções, e arranjei uma “gripalhada” que até a mim me fazia dó!
Nem os incentivos da Umbelina, fizeram com que os pulmões "obedecessem" e assim, depois da subida da "Parque das Conchas", foi um até "Quinta". Acabar em menos de 50’ já não foi mau (49’50’’) e fica a lição.
Na chegada, já em esforço
Ver o Aeroporto noutra perspectiva foi interessante. Fora os dois reparos iniciais, e o fim das obras que encontrámos pelo caminho, é uma prova que tem pernas para andar, neste caso, voar.
Parabéns à organização (se não fosse a indicação nas árvores do local da prova, penso que ainda hoje andava de carro por lá às curvas) e até para o ano.