... E pronto, mais um ano chegado ao fim nas ruas da capital.
Uma prova que sem desmerecer dos anos anteriores, vai perdendo o fulgor das primeiras, uma pelo facto de ter sido novidade correr em Lisboa nesta época do ano, outra porque a cidade estava iluminada e a prova acabava num local emblemático da cidade, Terreiro do Paço, tendo para isso, que passar o Arco Triunfal da Rua Augusta.
Com início e 'términus' nos Restauradores passa a ser uma prova igual a tantas outras que durante o ano se desenrolam em Lisboa. Esta prova perdeu atletas relativamente ao ano passado. O ter-se feito no mesmo dia da S. Silvestre da Amadora não explica tudo, mas pode ter sido uma consequência.
A presença dos companheiros José Lopes, Vítor Veloso, Parro e Fernanda, Fernando Andrade, o Joaquim Ferreira, a grata surpresa de ver a pequena Vitória, a mãe Isabel e o António Almeida que abeirando-se me disse que iria fazer toda a prova comigo. Tinha a ver com algo que escrevi o ano passado e assim foi. Foi bom rever os amigos e fazer desta prova a festa que ela merece, a despedida do ano velho.
Desde o início até ao fim, tendo, durante uns tempos, o José Lopes por companhia, acabámos lado a lado esta S. Silvestre.
Obrigado António, não é por nada mas, ao fim de todos estes anos de corridas, foi a primeira vez que alguém me disse que faria toda a prova comigo quando tem sido sempre o contrário.
Domingo dia 1. Almoço em família, um passeio até à Costa e uma maravilha no caminho perto do "Barbas".
