Mais uma vez comemorei o 1º de Maio correndo. Esta será a minha 24ª presença nesta prova. Uma prova em que o tempo que se leva a percorrer os 15km não interessa. Interessa sim, estar lá.
Através da corrida, há a liberdade de estar ali a saudar um dia importante para todos nós trabalhadores, o que era impensável fazê-lo no tempo do fascismo.
Muitos companheiros mas senti que este ano não havia tantos como nos anos anteriores, talvez tivessem alguns preferido, ir ao Pingo Doce ou ao Continente.
Enquanto puder estarei lá, se não estiver é sinal que a festa foi linda pá, mas acabou. E tudo encaminha para isso. À "pala" da democracia a ditadura instala-se.
Os trabalhadores têm medo, o grande capital ameaça-os com o desemprego caso façam greve. É a pouca vergonha instalada porque o trabalhador o permite.
Mas hoje, no Dia do Trabalhador, estive com os meus companheiros de corrida. Correndo pela Liberdade, pelo desporto, por quem não pode.
Viva o 1º de Maio.
Tempo - 01:33:17
7º no escalão M6064
1.5.15
25.4.15
38ª corrida da Liberdade
Informa o povo que o cravo floriu,
Para que ninguém volte a fechar,
As portas que Abril abriu.
Mais uma vez participei nesta prova. O importante foi encontrar os amigos e comemorar o 25 de Abril.
20.3.15
Estou de volta...
Todos devem conhecer a lenda da queda da maçã na qual Newton se baseou para a sua "Lei da queda dos corpos" ou "Lei da gravitação universal".
Esta, embora baseando-se na maçã, tem outra leitura:
"Newton passeava no seu jardim quando lhe apeteceu deitar-se à sombra de uma macieira. Deitado, olhou para cima e disse:«Deus fez as coisas mal feitas, uma árvore tão grande e dá frutos tão pequenos»... e adormeceu. De repente cai-lhe em cima da cabeça uma maçã. Disse Newton rapidamente: «Afinal Deus fez as coisas bem feitas, olhe se em vez de uma maçã fosse uma melancia»."
É assim a nossa vida. Ao contrário de Newton, muitas vezes pensamos que a nossa vida é uma melancia e não passa de uma maçã.
Durante meses andei em tratamento por causa de uma dor no gémeo direito. Corria um pouco e logo parava porque se instalava uma dor que não me deixava quase caminhar. Mesmo com os tratamentos não passava. Um dia em que a dor se instalou de novo, pensei que tudo tinha acabado, não iria correr mais. Dei conta disso com muita amargura a alguns amigos. Tudo na vida tem um fim e tinha chegado a minha vez depois de quase 25 anos a correr.
Mas a melancia que tinha caído em cima de mim transformou-se numa maçã. Um dia no serviço ao contar o meu infortúnio de corredor a uma colega, ela disse-me: «Deixa-me cá ver isso». Viu o gémeo, colocou os dedos e foi fazendo sei lá o quê. Não sabia que essa colega tinha essas aptidões, tudo aconteceu por mero acaso.
«Podes começar a treinar - disse-me».
... E agora lá vou eu. Pelas ruas, pelo pinhal, por terra batida, o suor escorre, a chuva bate-me no rosto, o dia transforma-se em noite e eu sigo rumo a mais uns anos de corrida.
A maçã de Newton que lhe adveio a "Lei da Força da Gravidade", gravita agora nos ténis que enfio. Para que eu nunca duvide e que a maçã nunca se transforme numa melancia. Mesmo a árvore mais densa dá sempre frutos pequenos. Deus fez as coisas bem feitas!
Estou de volta...
Esta, embora baseando-se na maçã, tem outra leitura:
"Newton passeava no seu jardim quando lhe apeteceu deitar-se à sombra de uma macieira. Deitado, olhou para cima e disse:«Deus fez as coisas mal feitas, uma árvore tão grande e dá frutos tão pequenos»... e adormeceu. De repente cai-lhe em cima da cabeça uma maçã. Disse Newton rapidamente: «Afinal Deus fez as coisas bem feitas, olhe se em vez de uma maçã fosse uma melancia»."
É assim a nossa vida. Ao contrário de Newton, muitas vezes pensamos que a nossa vida é uma melancia e não passa de uma maçã.
Durante meses andei em tratamento por causa de uma dor no gémeo direito. Corria um pouco e logo parava porque se instalava uma dor que não me deixava quase caminhar. Mesmo com os tratamentos não passava. Um dia em que a dor se instalou de novo, pensei que tudo tinha acabado, não iria correr mais. Dei conta disso com muita amargura a alguns amigos. Tudo na vida tem um fim e tinha chegado a minha vez depois de quase 25 anos a correr.
Mas a melancia que tinha caído em cima de mim transformou-se numa maçã. Um dia no serviço ao contar o meu infortúnio de corredor a uma colega, ela disse-me: «Deixa-me cá ver isso». Viu o gémeo, colocou os dedos e foi fazendo sei lá o quê. Não sabia que essa colega tinha essas aptidões, tudo aconteceu por mero acaso.
«Podes começar a treinar - disse-me».
... E agora lá vou eu. Pelas ruas, pelo pinhal, por terra batida, o suor escorre, a chuva bate-me no rosto, o dia transforma-se em noite e eu sigo rumo a mais uns anos de corrida.
A maçã de Newton que lhe adveio a "Lei da Força da Gravidade", gravita agora nos ténis que enfio. Para que eu nunca duvide e que a maçã nunca se transforme numa melancia. Mesmo a árvore mais densa dá sempre frutos pequenos. Deus fez as coisas bem feitas!
Estou de volta...
9.1.15
S. Silvestre de Lisboa - 2014
Depois de um interregno de quatro meses devido a lesão, o regresso às provas na despedida do ano 2014 em Lisboa.
Uma prova que me correu bem pois fui à cautela não fosse a lesão ressurgir mas felizmente não se manifestou.
Foi o reencontro com vários amigos, alguns que já não via há muito tempo.
Uma despedida em cheio do velho ano e que no Novo as lesões que não me incomodem para poder estar onde gosto de estar... a Correr!
Uma prova que me correu bem pois fui à cautela não fosse a lesão ressurgir mas felizmente não se manifestou.
Foi o reencontro com vários amigos, alguns que já não via há muito tempo.
Uma despedida em cheio do velho ano e que no Novo as lesões que não me incomodem para poder estar onde gosto de estar... a Correr!
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