24º Grande Prémio da Páscoa - Constância
Em companhia do Joaquim Adelino e da Analice, rumei à simpática Vila de Constância para participar no seu Grande Prémio pelo segundo ano consecutivo. Chegados ainda muito cedo, a Vila estava silenciosa e sem os enfeites caraterísticos da época.
Depois foi o encontro de “velhos” e novos amigos e a grata surpresa de ver ali a Susana e o Daniel com o seu rebento David. Começa cedo o puto a acompanhar os pais para estas provas atléticas (por enquanto ainda vai de carrinho). Foi também um momento de saudade de quem se reúne neste dia para memória de quem cedo partiu, “Margaret, hoje corro por ti”, vitima dessa terrível doença, cancro, que não escolhe sexo nem idade.
Dada a partida às 11h15’ vou com o Fernando Andrade, mas ele afasta-se rapidamente e assim vou correndo com o intuito de fazer a prova olhando para o rio bastante lamacento onde haviam barcos em competição e onde lá se encontrava a Otília representando a CLAC, clube organizador do evento. Falei com o Brito sobre isto, curiosamente liguei sempre a CLAC aos trilhos e nunca a eventos destes, esclareceu-me que a CLAC abrange vários desportos e não só na vertente do atletismo. Do outro lado do rio mais uma vez relembrei os “Trilhos de Almourol”, que tinha efetuado três semanas antes. Uma prova do Catano, do Camandro e do Caneco como diz o Brito.

E estava nesta de trilhos quando vejo à minha frente a Estela que juntamente com o seu marido Artur Gonçalves têm sido meus “companheiros” ocasionais nestas aventuras “trailianas”.
A pouco mais de um km do final o dueto passou a quarteto, com a inclusão do João Lima e do Pedro Ferreira. Aquele último km e principalmente os últimos 500 metros foram de “loucos”. Ao grito de «Vamos a isto…» foi um “sprintar” até ao fim.
49’41’’ marcou o meu cronómetro (50’21’’ oficiais). Uma bela prova num belo percurso.
IV Meeting Bloggers
Tendo o Nuno Romão como anfitrião, foi levado a cabo o IV encontro dos “bloguistas” que reuniu no “Restaurante Ti Coimbra” mais de 50 companheiros. Muitas caras novas neste encontro o que é sempre de realçar pois cada vez somos mais. Na voz do Orlando Duarte foi lido um trabalho magnífico feito pelo nosso Pára (já no ano passado na Costa tinha feito um trabalho formidável), Joaquim Adelino, que tecia considerandos sobre o blogue de cada um de nós ao qual o Nuno aproveitava para nos entregar a t-shirt alusiva ao encontro.
Depois do almoço a foto do grupo e onde, por curiosidade, falta exatamente o organizador do encontro o Nuno Romão. Obrigado Nuno, obrigado Câmara de Constância pelas lembranças, obrigado companheiros e até ao próximo ano em “Terras de Sicó”, a cargo do Fernando Fonseca, para o nosso “V Meeting”.
Vídeos do Encontro - Autora: Mafalda Lima
Parte 1
Parte 2
Parte 3
34ª Corrida da Liberdade - Pontinha/Restauradores
Creio que nos 20 anos que levo de corridas nunca faltei a esta prova. Mesmo lesionado já a corri pois só sabe dar valor à Liberdade quem nunca a teve. Dizem uns que há Liberdade a mais, não, não há Liberdade a mais, há é quem se aproveite, em nome da Liberdade, para nos tramar porque sabe que o povo é sereno. Fosse o povo outro e esses já tinham sido corridos a pontapé.
Pela 1ª vez levei cronómetro. Queria ver até que ponto estava em boa condição física depois de ter corrido no Sábado os 10 km em Constância. O início da prova seria no Regimento de Engenharia nº 1, local onde foram enviadas as diretrizes para a Revolução do 25 de Abril de 74, e o seu final nos Restauradores.
Encontro com Luís Parro (autor da foto que está neste "template"), Carlos Melo e o reencontro com o Gilberto, Carlos Lopes, Pedro Ferreira, o João Lima e a esposa Mafalda, que estiveram também em Constância, e com ligeiro atraso foi dado o tiro de partida.

Um trajeto que foi em parte o mesmo do ano passado pelas Telheiras e aos 5 km ia com 23’32’’. Com o desce e sobe por três túneis do Campo Grande até ao Saldanha e a descida vertiginosa até aos Restauradores verifico que os últimos km deviam ter “esticado” com o calor pois sendo os mais rápidos eu tinha-os corrido a “passo” de caracol. Afinal tinha mais 700 metros (10,700 km) com o tempo final de 51’09’’ média de 4’46’’/km. Foi bom, é sinal que 20 anos de corrida em estrada ainda cá “moram”.

O convívio final entre amigos da "Fundação VCS" e conhecidos, um até à próxima que já é domingo no 1º de Maio e um nunca esquecer que ao se dizer «Mexa-se!» não é só com os olhos...