5.10.22

G. P. Vale Grande

Se o ano passado fiz 1:04:53 tempo bruto, este ano não alterei muito: 1:04:04.

Como é normal em mim, a descer e em plano sou um "queniano", a subir é que são elas. Tem que ser com cana de pesca pois a cabeça pede, mas as pernas não obedecem e lá vou eu em passo de caracol. Sempre foi assim mas, agora, pior.

Este GP do Vale Grande, é a MM S. João das 'Rampas" em versão curta.

Está feita. Alguns amigos do passado, outros do presente, encontrados. No fim uma sande de porco, cerveja e fruta para recuperar as forças. Ambiente de festa, sorrisos e abraços a rodos.

Parabéns à organização, aos fotógrafos presentes e até para o ano no local do costume.

1.8.22

O feito do feito

Agora que está feito o feito, algumas curiosidades.

Treinos - 23 dias (1 bi-diário)

Treino mais longo - 15,140 km

Treino mais curto - 4,1 km

Média diária - 6,5 km

Média semanal - 50 km

Calorias - 16 184

Temperatura mais alta - 37°

Temperatura mais baixa - 23°

(no único treino noturno que fiz, a começar às 20 h, estavam 32°)

Local onde mais vezes treinei - Parque Urbano do Rio da Costa

Provas pelo meio

- 5° Green Trail - 12,140 km

- Légua noturna de Odivelas - 5 km

O que sempre levei - 0,5 l garrafa de água

No último dia, a t-shirt que está na foto.

Foi a minha homenagem a Analice Silva, por ter quase sempre treinado no seu local de treino e porque por vezes senti que ela estava a meu lado, levando a que nos dias em que estava quase a desistir devido ao calor, a Analice "dava-me a mão" e levava-me até ao fim.

Por ti Analice, está feito!

31.7.22

200 km

Se no passado esta distância e superior, era normal fazer na maior parte dos meses, a partir de determinada altura deixei-me disso. Não valia a pena e dediquei-me a outros projetos.

Este mês quis pôr-me de novo à prova, e verificar se os conseguiria fazer.

Com muita dificuldade, pois os treinos foram feitos muitas vezes com temperaturas acima dos 32°, mas com a persistência e resiliência que me caracteriza, o objetivo foi conseguido.

É para repetir?! Não, não o voltarei a fazer. Foi um desafio que fiz a mim mesmo, e nada justifica voltar a fazê-lo.

27.7.22

Saudades de ti

Quando eu morrer, vou ter saudades de ti.

Da tua forma de ser, do teu otimismo, do teu sorriso e de duras batalhas vencer.

Do tempo no Maiombe, das vezes que caíste e levantaste sempre!

Vou ter saudades de ti, de ti e da natureza que te rodeia.

Cada vez estás mais velho, mas sempre o mesmo brilho no olhar!

Sentir saudades de ti, é sentir saudades de mim.

foto: Miguel Pinho